A marca que já existia
Todo pecado que as novas regras proibiriam estava no logo original: nome cursivo, degradê metálico, raios finos e genéricos. Arraste para ver onde ela chegou.


Marca não é o logo.
O capítulo um, a essência, veio antes de qualquer desenho. A primeira descoberta reposicionou o negócio: ela não vende bronzeamento — vende o que acontece depois, quando a mulher se olha no espelho e gosta do que vê.


A Sunshine não atende. Ela conduz.
A leitura arquetípica chegou ao Regente — lido nas palavras da própria dona: “virar rainha do bronze”, “seja marcante”. Construído em quatro camadas, cada uma com um trabalho diferente: Regente no núcleo, Líder na personalidade, Estrategista como prova, Sensualista na expressão.


A Soberana e a Magnética
Duas figuras carregam a marca: A Soberana — quem a marca é, um poder que leva outras junto — e A Magnética, o que a cliente sente no próprio corpo. A ordem importa mais que as duas: a Soberana conduz, a mulher se reconhece, e o magnetismo vem depois.


Seja Marcante
Posicionamento em duas palavras, lidas de dois jeitos: a marquinha no corpo e a marca que você deixa no mundo. A voz segue a coroa — “quem tem coroa convoca, não implora”: nada de “agende seu horário”, e sim “seu lugar está marcado”.


O espelho é o produto
O momento mais importante do estúdio não é a sessão — é o espelho depois dela. Esse momento virou o briefing da fotografia, e “rainha do bronze” deixou de ser apelido para virar posição.


Nada aqui foi escolhido por gosto.
O capítulo dois, a identidade, liga cada decisão visual a um traço da essência. O sol passou por três graus de organicidade até o desenhado à mão vencer: um disco sólido para a autoridade, raios irregulares porque sol de verdade não é simétrico — e porque geometria perfeita vira ícone de aplicativo.


Um sistema, qualquer fundo
Vertical para o perfil e a parede do estúdio, horizontal para espaços largos; quatro versões de cor para a assinatura sempre contrastar com o que está por baixo.


A cor vem do sol. A letra tem peso.
Dourado é a cor da marca — o símbolo e o BRONZE; café é o fundo padrão, terracota e bronze para destaques. Duas fontes irmãs da mesma família: Funnel Display para chamar, Funnel Sans para explicar. Nenhuma fonte manuscrita, em lugar nenhum.


A foto é 90% da marca.
Foto antes do logo: luz, corpo, olhar e lugar foram definidos antes de qualquer template de post. Depois vieram os templates — símbolo sempre no canto superior direito, a tarja creme como assinatura da casa — e o mundo físico, onde a marca encosta na pele.

Da marca ao feed


Aí ela virou software
Não tem designer de plantão — a dona posta tudo sozinha —, então as regras precisavam funcionar sem um. O guia é software: o laboratório do logo deixa você cometer todos os pecados — esticar, girar, usar cursiva, cor fria — e nomeia cada um conforme você liga. O verificador de voz lê uma legenda como a marca leria: um rascunho colado volta com “Ainda não é Sunshine” e cinco violações apontadas, entre elas promessa de saúde e falar do corpo como problema.


Do guia ao feed
A última seção monta o post de verdade: escolha o tipo, o fundo, a tarja, digite o título — o checklist confirma as regras enquanto você faz. O guia termina onde o trabalho começa.

O guia, ao vivo
Não é print — é a própria entrega, incorporada aqui. Role, quebre o logo, teste uma combinação de cores, cole uma legenda no verificador de voz.
“O sol faz de graça. A Sunshine faz certo.”
